As crianças e a tecnologia

Quantas vezes nos pegamos comentando sobre as crianças - nascidas nos últimos anos - que têm atitudes bem diferentes?

As crianças e a tecnologiaQuantas vezes nos pegamos comentando sobre as crianças - nascidas nos últimos anos - que têm atitudes bem diferentes? Algumas chegam a desenvolver hábitos que os adultos ficam surpresos. De onde vem tanta sabedoria?

 

Segundo certos estudos recentes, bebês que nasceram depois de 2010 fazem parte da geração Alpha. O que significa que as habilidades para interagir com tecnologia são maiores. Fato que pode ser comprovado com uma breve observação dos pequenos com os celulares e tablets, eles logo aprendem a desbloquear, selecionar e até chegar ao seu jogo/aplicativo favorito.

A geração anterior, chamada Z, dos nascidos nos anos 90, já apresentava “avanços” em relação às anteriores, a X e a Y. Acredita-se que pode vir a ser um fenômeno ligado à evolução da espécie. Então, é possível que os bebês venham cada vez mais aperfeiçoados, quem sabe?

Um dos grandes desafios nesta relação, que pode tornar-se complexa, é aprender a usar a tecnologia a nosso favor. Ou seja, aproveitar o que há de melhor para o desenvolvimento, o aprendizado e a educação dos nossos filhos. Vale dizer que existem muitos programas com esse objetivo: mostram números, cores, letras, palavras em outras línguas.

Outra questão importante, que também pode ser um desafio para muitos pais, é saber o limite de uso dos dispositivos. Será que é bom deixar um bebê ou criança olhar para tela por tanto tempo? Talvez a melhor opção seja mesclar com atividades e brinquedos nos quais interação, troca de informações e aprendizados e outros estímulos sejam os objetivos.

Vale ressaltar que a tecnologia existe para nos ajudar. A partir do momento que for algo prejudicial - como crianças que priorizam tablets a outros brinquedos e pessoas ou adultos que deixam de conversar para usar celulares, é preciso repensar.

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