Visão geral sobre o aleitamento artificial: Amamentação e Mamadeira

Existem infinitos tipos de leite, dicas para o aleitamento artificial e informações sobre a higiene da mamadeira.

Aleitamento artificial

Existem infinitos tipos de leite, dicas para o aleitamento artificial e informações sobre a higiene da mamadeira. Leia aqui as principais informações que você precisa saber.

 Tipos de Leite

Existe uma grande variedade de marcas de leite em pó, todas elas de composições muito similares entre si. Há ainda diversas marcas de leite líquido já preparado. Todas elas provêm de um animal: a vaca. Se não há qualquer problema, o melhor leite é aquele que o bebê gosta. Não existindo nenhuma contra-indicação, procure dar para o bebê o mesmo leite que ele recebeu na maternidade. De qualquer forma, convêm consultar o pediatra sobre o aleitamento artificial.

Escolhida a marca do leite, é melhor não trocá-la por outra adiante, a não ser que o bebê enjoe e exija um leite com outro gosto. Uma pequena porcentagem dos bebês é alérgica às fórmulas adaptadas. Naturalmente deve-se evitar o leite fresco de vaca enquanto a criança não tiver completado 1 ano de vida, para evitar problemas digestivos e sensibilização.

A quantidade de leite de que o bebê precisa

As fórmulas adaptadas costumam trazer uma tabela de quantidade-padrão. Siga essa receita, não coloque mais leite. Nos primeiros seis meses – tempo recomendado para o bebê se alimentar apenas de leite – existe uma fórmula de cálculo de quantidade que leva em conta o peso do bebê.

Vamos dizer que para cada quilo a criança precise de cerca de 150 ml de leite. Divida depois o resultado pelo número de mamadeiras no dia e obterá a quantidade de leite de que precisa a cada mamada.

Geralmente a criança alimentada com o aleitamento artificial corre maior risco de superalimentação. Até por que uma criança gorda não é sinônimo de saúde, até pelo contrário, é uma criança exposta a infecções, além dos possíveis problemas com obesidade que pode vir a ter no futuro.

Quando o bebê toma a mamadeira muito depressa e exige mais é porque seu apetite não foi saciado e é preciso dar mais um pouquinho de leite para ele. Se não fizer isso, acontecerá o oposto do que acontece com o bebê que é forçado a comer: o apetite (gula) será cada vez maior. Todo o bebê saudável tem no estômago um “computador de última geração” que sabe melhor do que o pediatra, melhor do que os pais e até mesmo do que a avó a dose de que necessita. Convém não restringir ou forçar a dose que está de acordo com a velocidade do crescimento geneticamente programada e que, muitas vezes, entre os 2 e 4 meses, é elevada nos bebês que estão predestinados a serem grandes.

A limpeza e higiene ao preparar a mamadeira

Se higiene é sempre importante, fica mais ainda na hora da alimentação com mamadeira, para evitar qualquer contaminação do leite. Pense que as bactérias se multiplicam muito rapidamente neste meio e, de maneira especialmente rápida, se o leite estiver morno. O sistema digestivo da criança é muito delicado e logo acusará a presença dessas bactérias. Antes de preparar a mamadeira é importante lavar as mãos.
Também é muito importante que a água que vai usar para dissolver o leite tenha sido fervida, ou que seja engarrafada e pura. É imprescindível saber que mamadeiras e bicos precisam ser esterilizados.

Para maior facilidade você pode preparar várias mamadeiras ao mesmo tempo, desde que as guarde imediatamente depois no freezer e que fiquem por lá por um período menor que 24 horas.

Para evitar qualquer contaminação do leite, siga à risca três orientações:

  1. Nunca utilize jarra térmica para conservar o leite quente.
  2. Quando a criança não tomar completamente uma mamadeira, não guarde o finalzinho para a próxima vez.
  3. Não torne a aquecer um mesmo leite nem o deixe na temperatura ambiente por mais que alguns minutos. Se viajar, leve a água morna dentro de uma jarra térmica e o leite em pó na sua lata, só juntando os dois na hora da refeição.

A posição para dar a mamadeira

O bebê precisa de segurança e do calor dos braços. Por esse motivo, quando for dar a mamadeira, a melhor coisa é copiar a maneira cômoda que ele estaria se estivesse no peito. A criança se alimenta mais satisfeita e tranqüila quando se sente numa posição segura e com as mãos agarradas.

Muitas vezes forma-se um vácuo na mamadeira, impedindo o fluxo de leite. Quando isso acontecer, tire com cuidado o bico da boca do bebê por um dos lados para que cesse a sucção, o leite voltará a sair imediatamente.

Nunca dê mamadeira ao bebê com ele deitado no berço. Ele corre o risco de engasgar e, por não poder tirar a mamadeira da boca, tornar a engolir ou aspirar aquilo que eventualmente regurgitou.

E se você quer saber o que mais pode acontecer durante os próximos 12 meses, baixe nosso o Manual do Bebê! 

02c5cac5-8638-462a-97c8-a12592a29e5a

Assuntos relacionados: 1 e 2 Semana, 11 e 12 semana, 13 e 14 semana, 15 e 16 semana, 17ª e 18ª semana, 19 e 20 semana, 3 e 4 Semana, 35 e 36 semana, 37 e 38 semana, 39 e 40 semana, 5 e 6 Semana, 7 e 8 semana, 9 e 10 semana, Aleitamento, Aleitamento Artificial, Aleitamento Materno, Alimentação do Bebê, Bebê, Higiene, Infecção, Mamadeira, Nutrição, Saúde